6 de agosto de 2023; Melbourne, Austrália; Jogadores dos Estados Unidos, incluindo a zagueira Noomi Girma (4), a atacante Lynn Williams (6), a meio-campista Kristie Mewis (22), a zagueira Crystal Dunn (19) e a meio-campista Lindsey Horan (10), reagem ao pênalti da Suécia na partida das oitavas de final da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023, no Estádio de Melbourne. Crédito: Jenna Watson-USA TODAY Sports
A Copa do Mundo de 2023 foi a primeira vez que a seleção feminina dos EUA terminou entre os três primeiros dias da Copa Feminina – na história. Na 16ª edição da Ronda, foram isolados da Suécia e os padrões aos quais estes programas se opuseram foram um fracasso histórico. Mas talvez a questão mais importante na autópsia não seja “Como é que eles perderam?” mas “como as equipes ficaram tão desarticuladas com tanto talento?”
A resposta não é um momento ou um problema. O anúncio foi feito antes do pênalti ser enviado para Melbourne. Contra Portugal na fase de grupos, por exemplo, os EUA avançaram, mas pareciam vulneráveis de uma forma que teria sido inédita em torneios anteriores. Eles controlaram a posse de bola, mas lutaram consistentemente para criar perigo e precisaram do apito final para evitar uma eliminação quase impensável na fase de grupos. Havia um problema maior a ser resolvido: os americanos ainda tinham a bola, mas nem sempre têm as respostas.
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