Em teoria, Rashford poderia retornar ao seu clube de infância e retomar sua carreira lá.
O técnico Michael Carrick o conhece bem. Carrick foi companheiro de equipe, treinador e, por três jogos após a demissão de Ole Gunnar Solskjaer em 2021, treinador prático de uma das estrelas recém-formadas da academia do United.
Quando Carrick foi questionado sobre Rashford em abril, ele disse que nenhuma decisão havia sido tomada sobre o futuro do atacante.
Ele acrescentou: “Quem quer que esteja aqui, quero trabalhar com eles e ajudá-los a melhorar”.
Não é tão simples assim.
O proprietário minoritário, Sir Jim Ratcliffe, quer reduzir os custos salariais e isso não é fácil quando o maior ganhador ganha uma soma tão grande.
Além disso, o United deu a camisa 10 de Rashford para Matheus Cunha na temporada passada e dificilmente a tirará do brasileiro.
Os planos de reconstrução da equipe no verão estão sendo elaborados na crença de que Rashford não fará parte deles.
No entanto, é complicado. Há doze meses, Rubén Amorim colocou Rashford no seu ‘esquadrão antibomba’ e disse-lhe para treinar em horários diferentes do grupo principal. Fez o mesmo com Jadon Sancho, Alejandro Garnacho, Antony e Tyrell Malacia.
Na semana passada, o órgão regulador global FIFA anunciou um memorando de entendimento com o sindicato global de jogadores, Fifpro. Nos detalhes, foi confirmado que qualquer jogador exilado do grupo principal pode exigir sua liberação e pagamento de seus contratos.
É justo presumir que excluir Rashford nesta temporada está fora da agenda.



