Niccolò Pisilli imaginou um verão americano diferente.
Ele sonhava em disputar a Copa do Mundo com a Itália, mas teve que se contentar com, digamos, férias em Miami com sua namorada Anastasia Cody, a poucos passos dos companheiros Koné e El Aynaoui, jogadores importantes durante o torneio.
Seu futuro, porém, permanece firme em Trigoria. Nos últimos dias, Como bateu mais uma vez à porta da Roma, mas recebeu uma resposta clara: não, escreve ele O Mensageiro.
O clube Giallorossi decidiu contratar Pisilli e não tem intenção de dispensá-lo. Existem duas razões.
O primeiro é técnico. Gasperini considera o meio-campista um grande trunfo e pretende dar-lhe ainda mais tempo de jogo do que na temporada passada.
Numa equipa que também enfrentará a Liga dos Campeões, Pisilli pode tornar-se um trunfo valioso graças à sua intensidade, versatilidade e espaço de crescimento.
A segunda razão é regulatória. As escalações da UEFA para a Liga dos Campeões da próxima temporada exigem jogadores nascidos e criados nas camadas jovens do clube. Pisilli, neste aspecto, é um trunfo crucial.
Ele não é apenas um jovem jogador a ser desenvolvido: é também um trunfo valioso na construção da seleção europeia.
A Roma já decidiu prender Svilar e Wesley, considerados invendáveis, a menos que recebam grandes ofertas.
Pisilli, aliás, deveria ser acrescentado a esses dois nomes. Esta é uma mensagem importante, porque num mercado dominado por ganhos de capital, o clube poderia considerar sacrificar alguns jovens jogadores. No entanto, a porta permanece fechada para ele.



