Uma das imagens das quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Breel Embolo deixou o gramado de Kansas City em lágrimas, enquanto abraçava seus companheirosapós ser expulso aos 72 minutos em uma das ações mais inusitadas permitidas pelo regulamento. Com empate (1-1metas MacAllister j Ndoje), a Suíça ficou com dez no pior momento possível e com a sua referência máxima de ataque quebrada no banco.
Uma carta que mudou de mãos
Tudo começou aos 69 minutos, então João Pinheiro mostrou amarelo Leandro Paredes por uma suposta falta sobre Embolo. Mas o alarme disparou na sala VOR: o cartão não correspondia ao argentino. O VAR ativou o Protocolo de identidade errado e o árbitro português dirigiu-se ao monitor. Depois de assistir ao replay, a decisão foi devastadora: ele rescindiu a advertência de Paredes e decidiu que Embolia simulada a falta do segundo amarelo para o atacante, que já havia sido repreendido por uma entrada dura em Paredes aos 44 minutos e foi expulso de campo.
Por que o VAR poderia intervir
A ação tem uma nuance importante na regulamentação que explica porque a deportação foi possível:
- O VAR só pode intervir quatro suposições: gol/não gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identidade.
- Las segundos amarelos não podem ser julgados para arbitragem de vídeo. O VAR não pode recomendar expulsão por dupla advertência.
- A porta que se abriu foi a identidade errada: o cartão foi mostrado ao jogador errado, e esta suposição dá ao árbitro a oportunidade de corrigir e realocar o cartão.
- Ao reatribuir o amarelo ao Embolo através de simulação, o vermelho veio automaticamente devido ao acúmulo. O VAR não expulsou os suíços: corrigiu quem era a sanção e o regulamento fez o resto.
Em suma, se Pinheiro não tivesse punido Paredes com o cartão amarelo, o VAR não teria podido intervir, mas revisou a ação que encerrou a partida de Embolo.



