Arthur Atta chega para exames médicos na Fiorentina (@acffiorentina)
Arthur Atta ofereceu um vislumbre interessante de sua formação e influências, dias depois de concluir sua transferência da Udinese para a Fiorentina.
Falando no Football Novel, por FirenzeViolao meio-campista revelou que sua compostura com a bola foi forjada em casa, sob o olhar atento de um pai que transformou a sala da família em campo de treinamento.
“Eu costumava jogar futebol em casa. Meu pai sempre me disse para ter cuidado para não quebrar nada, mas ele realmente quis dizer isso para que eu pudesse me acostumar a jogar sob pressão”, disse Atta.
“Vou fazer passes para a parede para que outras coisas não sejam atingidas.” Sua trajetória até o meio-campo, por sua vez, passou por um processo de eliminação: com as luvas em um grande torneio regional, passou um dia no gol antes de passar para fora, onde “se sentiu melhor”.

Atta em sua trivela e enfrentando o ‘incrível’ Modric
Agora conhecido pelo passe ‘trivela’ pronto para uso, Atta foi rápido em homenagear os mestres da arte. “Quaresma fez isso de uma forma incrível e Payet também foi muito bom. Não estou no nível deles, mas tento fazer isso perfeito todos os dias”, disse.
A memória mais vívida da sua temporada de estreia na Serie A, no entanto, é um encontro pessoal com uma lenda viva. “Conhecer Modric foi algo especial”, lembrou ele sobre o primeiro encontro da Udinese em Milão.
“Sabemos o quão forte ele é, mesmo que alguns pensem que ele não é o jogador que costumava ser. No final do jogo, ambos dissemos: ele é incrível mesmo aos 40 anos”.
As reflexões retratam o perfil humilde e tecnicamente obsessivo que a Fiorentina acredita ter adquirido, um jovem meio-campista com um estilo único e, evidentemente, sem falta de respeito pelos artesãos do jogo.



