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Dominguez, da FIFA, “recebeu milhões” em fundos recuperados, segundo denúncia

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19 de maio – O técnico do futebol sul-americano, Alejandro Dominguez, enfrenta uma reclamação ética junto à FIFA por suposto uso indevido de fundos.

O New York Times informou que o presidente da Conmebol está sob investigação após a denúncia de um denunciante de que ele recebeu mais de US$ 5 milhões em pagamentos recuperados do escândalo FIFAgate de 2015, que abalou o órgão dirigente do futebol mundial.

Altos dirigentes da FIFA estão cientes da denúncia, feita ao comitê de ética da organização, há mais de um ano, informa o New York Times.

A FIFA recebeu 201 milhões de dólares do Fundo Mundial de Remissão do Futebol, um programa criado pela Fundação FIFA, depois de o Departamento de Justiça dos EUA ter recuperado dinheiro de funcionários corruptos acusados ​​de suborno e extorsão.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou repetidamente que cada centavo na FIFA conta.

A Conmebol já havia chegado a um acordo total com a família de seu falecido ex-presidente Nicolás Leoz, que foi indiciado pelas autoridades dos EUA antes de sua morte em 2019.

Esse acordo incluiu a devolução de mais de US$ 50 milhões à confederação sul-americana de futebol.

Dominguez é associado e apoiador de longa data de Leoz, uma das figuras-chave no caso FIFAgate na América do Sul.

Dominguez atualmente atua como vice-presidente da FIFA. Ele também preside o comitê de finanças da federação mundial e anteriormente fez parte do comitê de remuneração, que definiu o salário e os benefícios de Gianni Infantino.

O dirigente sul-americano tem sido influente no mundo do futebol. Seu país natal, o Paraguai, será o anfitrião do Congresso da FIFA de 2024 e o país também será um dos co-anfitriões da Copa do Mundo de 2030.

Mas o Inside World Football informou em novembro que as alegações de que a FIFA havia limpado a casa após o escândalo de 2015 pareciam vazias depois que uma investigação forense da confederação sul-americana Conmebol feita pelos auditores Ernst & Young nomeou o oficial.

Essa investigação, em 2017, apontou Domínguez como tendo recebido pelo menos US$ 374 mil sem documentação comprobatória. A auditoria foi encomendada pelo DOJ e analisou 20.000 documentos.

Quando Dominguez assumiu pela primeira vez o cargo de presidente da Conmebol, ele disse: “Meu maior compromisso é restaurar a credibilidade da Conmebol. Queremos enfatizar a transparência. Queremos retornar à essência do futebol, aos valores e ao jogo limpo.”

Entre em contato com a escritora desta história, Samindra Kunti, em (e-mail protegido)

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