Será fascinante ver o quanto da velha magia Neymar pode invocar, mas suspeita-se que se o Brasil for uma presença constante no lado comercial deste torneio, será Vincius quem será o catalisador.
Dois golos em dois jogos, incluindo um fantástico empate quando o Brasil perdia por 1-0 e lutava contra a excelência geral do Marrocos, impediram que um início de torneio decepcionante se tornasse mais preocupante.
“Ele está jogando muito bem”, disse Ancelotti, que dirigiu o astro brasileiro no Real Madrid antes de assumir a Seleção em 2025.
“Temos que utilizá-lo, apesar de termos outros jogadores fantásticos. Temos experiência, qualidade e pernas. Estou completamente satisfeito (em) todos eles.
“Tenho que garantir que todos os jogadores se adaptem ao estilo da equipa.”
E é aí que reside a genialidade de Ancelotti: pegar nas grandes estrelas e nos seus maiores egos e fazê-los funcionar como uma unidade coesa.
Ele é o técnico mais condecorado da história da Liga dos Campeões, com cinco troféus, e o único homem a conquistar títulos nas cinco principais ligas da Europa.
Mas levar o Brasil ao sucesso na Copa do Mundo aumentaria ainda mais a pretensão do italiano de ser o maior técnico de todos os tempos.



