A investigação informou que em 6 de setembro de 2023, Cusack enviou uma mensagem a Morgan informando que não queria participar do treinamento.
Então, depois de chegar a esse ponto, a dupla concordou em fazer um telefonema alguns dias depois, em 11 de setembro de 2023.
Morgan disse ao inquérito – por telefone – que foi informado de que ela era médica de família e havia recebido medicação prescrita, e disse que ela tiraria uma folga do trabalho.
A dupla também falou do “potencial” de Cusack para comparecer à partida de 30 de setembro de 2023, ouviu o inquérito.
Ele disse que o telefonema lhe deu “segurança suficiente para voltar ao futebol”.
Quando questionado se se sentiu “recuperado” das entrevistas, Morgan disse: “Não quero usar a palavra confirmado, mas a informação que ele me deu foi um passo positivo, creio”.
O inquérito concluiu que “não havia provas” de que a conversa ocorreu, e Morgan Basu posteriormente se retratou.
Questionando Morgan, a assistente do legista, Sophie Cartwright, perguntou ao técnico do KC se deveria consultar o RH, dada sua “experiência em primeira mão” com um jogador com problemas de saúde mental.
“Achei que Morgan estava certo na hora”, disse Morgan em resposta.
Quando questionado se um médico também expressaria suas preocupações se pensasse que estava em “risco iminente” de automutilação ou suicídio, Morgan disse: “Sim”.
A investigação continua.
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