Fabrizio Romano identificou três obstáculos específicos entre Bruno Fernandes e um novo acordo com o Manchester United, insistindo que não há necessidade de pânico, apesar dos relatos de que o capitão rejeitou a proposta inicial.
O esclarecimento veio depois que o jornalista da Sky Sports, Sascha Tavolieri, escreveu no X que Fernandes rejeitou a oferta inicial do United, que incluía apenas € 500.000 adicionais por ano, e poderia, teoricamente, sair como agente livre em 2027.
O capitão do Manchester United, Bruno Fernandes, em ação durante uma partida da Premier League.
O que Romano realmente disse
🔴 Siga o Stretti News no Google como sua fonte preferida e seja o primeiro a receber todas as atualizações do United.
Em declarações no seu canal no YouTube, Romano rejeitou a ideia de que rejeição equivale a colapso, destacando que Fernandes tem contrato até 2027 com opção de clube por mais um ano, o que significa que o United está, nas suas palavras, absolutamente protegido.
Romano destacou que a situação atual é mais uma negociação do que um colapso, acrescentando que Michael Carrick vê Fernandes como um jogador muito importante e que a relação entre o capitão e o clube continua forte. A posição mais ampla do United sobre o futuro de Fernandes tem sido consistente com essa estrutura durante todo o verão.
“É uma questão de salário. Não se esqueça que Rashford está de volta ao Manchester United, então o salário de Rashford é obviamente um ponto. Depois, há a duração do contrato. Esse é um ponto importante. E há a cláusula de rescisão, porque Bruno tem uma cláusula de rescisão em seu atual contrato com o United de cerca de 65 milhões de euros.” -Fabrizio Romano
Marcus Rashford comemora um gol enquanto joga pelo Manchester United.
Por que a cláusula de rescisão é importante
Romano explicou que United e Fernandes ainda precisam de chegar a acordo sobre manter, remover ou modificar essa cláusula, bem como quando poderá ser activada e por quanto tempo permanecerá em vigor. É um detalhe que está ligado às considerações comerciais e financeiras que já estão moldando as negociações sobre seu próximo trabalho.
Ele também foi aberto sobre o que está em jogo para Fernandes pessoalmente, lembrando que o jogador de 31 anos não tem mais 20 e que este acordo provavelmente será um dos últimos dois ou três de sua carreira, aumentando a importância de acertar cada mandato.
A conclusão de Roman foi simples: as negociações estão em andamento, ambos os lados querem uma solução e não há necessidade de pânico ou drama num processo que sempre levou tempo.