Uma perda tão dolorosa tornou-se ainda mais difícil para Diomande, pois ele morava longe de seus entes queridos e jogava pelo time espanhol Leganes.
Depois de se mudar para a Alemanha e receber muitos elogios por suas conquistas e conquistas, Diomande está agora determinado a fazer da Copa do Mundo um sucesso – não para si mesmo, mas para sua irmã, família e todos os demais em seu país.
“Estamos aqui para representar milhões de pessoas e jogar pelos nossos entes queridos e pelas nossas famílias”, diz ele. “Isso nos faz querer sair e causar impacto.”
A Costa do Marfim já disputou a Copa do Mundo três vezes (em 2006, 2010 e 2014), mas nunca passou da fase de grupos, apesar de contar com times que incluíam ícones globais como Yaya Touré e Didier Drogba.
Mas a vitória inaugural sobre o Equador colocou-os numa posição forte para seguir em frente, e Diomande acredita que há uma diferença fundamental entre a equipa actual e a que veio antes dela.
“Acho que temos mais vontade”, diz ele. “Não há muitas expectativas sobre nós, por isso não temos nada a perder e vamos dar tudo de nós. É essa a nossa mentalidade.”
Se a Costa do Marfim quiser ir longe na competição, Diomande terá que desempenhar um papel fundamental no seu sucesso. Apesar da pouca idade, seus companheiros confiam em sua capacidade de fazer a diferença.
“O ‘menino de ouro’, como o chamamos”, disse Amad Diallo, o extremo do Manchester United que saiu do banco para marcar o gol da vitória contra o Equador.
“Penetração, drible: sua especialidade. Ele é um cara muito forte no um contra um.”



