Kylian Mbappe é doce. O atacante da equipe de Didier Deschamps está nas manchetes da França com suas atuações na Copa do Mundo. Ele marcou contra Senegal, Iraque, Suécia e Paraguai e levou a França às quartas de final da Copa do Mundo.
Mbappé parece ter se recuperado totalmente de suas doenças físicas e também do ‘desconforto‘ que viveu no final da temporada com a equipe branca, onde foi duramente criticado após a fuga com o companheiro na final da competição. Mas uma vez finalizados os acordos com o Real Madrid, Mbappé voltou a rir com seu país natal. A tal ponto que propôs pessoalmente escrever uma nova página na história do torneio: 18 gols em 18 jogos e segundo artilheiro histórico, atrás apenas de Leo Messi e superando-o Miroslav Kloseque manteve o recorde até o início da Copa do Mundo.
Alguns analistas acreditam que o atacante mostra uma versão diferente ao defender a camisa de seu país. Na França fala-se sobre como o estado emocional de Kylian está intimamente ligado ao seu desempenho em campo.
‘Mbappé está acima de tudo motivado’
O jornalista Guille Uzquiano se destacou durante o programa Tempo de jogo que especialmente o atacante está envolvido no torneio. Além dos números de gols, ele explicou que exala uma energia diferente daquela que costuma demonstrar durante a temporada no Real Madrid.
Segundo sua avaliação, Mbappé participa com maior intensidade em todas as facetas do jogo. Ele se oferece constantemente para receber a bola, incentiva os companheiros e exerce alta pressão sobre os rivais, assumindo um papel muito mais ativo na seleção francesa. “Vejo diferenças nos gestos em comparação com o Mbappé que vemos em Madrid durante a temporada”, disse ele no COPE.
“Contra o Paraguai vimos como ele pede a bola, incentiva os companheiros, pressionaUM“. Ele ainda não assumiu o comando em Madrid, talvez agora seja a sua vez de assumir, mas eu o vejo de forma diferente lá.”
Juanma Castaño concordou com esta análise e destacou que o futebolista exerce uma liderança muito mais clara em França. Na sua opinião, o atacante sente-se a referência absoluta da seleção, uma responsabilidade que ainda não assumiu totalmente no Real Madrid.



