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Problemas de viagem causam engarrafamentos em Boston durante jogos da Copa do Mundo

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18 de junho – A segunda partida da Copa do Mundo realizada no Estádio de Boston expôs o problema enfrentado pelos organizadores locais sobre como mover milhares de torcedores por 30 milhas do centro de Boston para Foxborough em um dos piores trânsitos da região durante a semana.

Os 63 mil que o fizeram foram recompensados ​​com Erling Haaland a marcar dois golos na vitória da Noruega sobre o Iraque, por 4-1.

Aqui está a pergunta que vale a pena fazer. Foxborough recebe públicos desse tamanho da NFL todo fim de semana de outono, sem parar a região. Então, por que uma partida da Copa do Mundo em um único dia de semana cria um impasse tão grave?

Parte da resposta gira em torno do tempo. O início das 18h colocou dezenas de milhares de carros e ônibus em um trajeto já existente durante a semana.

A localização suburbana do local, as tênues ligações de trânsito e o congestionamento crônico na Rota 1 nunca permitiram capturar o volume de tráfego testemunhado. Alguns torcedores que deixaram a cidade antes das 15h chegaram aos seus lugares pouco antes do início do jogo. Os ônibus dos times e os SUVs da FIFA exigem escolta policial rastejando.

Mas os Patriots Sundays provam que o local pode movimentar muita gente quando a programação funciona para isso.

A viagem de volta foi ainda melhor, com ônibus de volta à cidade em uma hora. As alternativas à condução continuam caras: trem suburbano a US$ 80 ida e volta, transporte até US$ 95, estacionamento oficial a US$ 175.

A partida também trouxe à tona a primeira questão das condições de campo do torneio. No intervalo, o sprinkler estalou em vez de borrifar, deixando uma poça perto da área de grande penalidade. A equipa espalhou areia no terreno para o molhar e o seleccionador da Noruega, Ståle Solbakken, ainda classificou a superfície como “seca”.

Entre em contato com o escritor desta história, Nick Webster, em (e-mail protegido)

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