Bélgica face Senegal nas oitavas de final de Copa do Mundo de 2026 no Seattle Stadium, e o técnico Rudi Garcia mais uma vez decidiu sair Romelu Lukaku em seu onze inicial.
Garcia permanece firme Charles De Ketelaere na função de falsos nove na frente, configuração que definiu o ataque da Bélgica ao longo da fase de grupos, com Lukaku reservado para entrar no banco.
Lukaku tem sido a arma mais decisiva da Bélgica em troca, entregando a mercadoria sempre que é chamado para este torneio. Ele saiu do banco para forçar um adversário a marcar contra no empate inaugural da Bélgica com o Egipto, depois marcou a vitória contra a Nova Zelândia na final da fase de grupos, adicionando ajuda no caminho.
Garcia deixou claro que usar Lukaku como substituto de impacto, em vez de titular, foi uma escolha tática. Na verdade, ele foi titular no segundo jogo da Bélgica na fase de grupos, contra o Irã, e teve dificuldades para acompanhar o ritmo da partida – não conseguiu chutar, recebeu cartão amarelo e foi substituído aos 73 minutos.
Romelu Lukaku comemora gol contra a Nova Zelândia. (Imagens Getty)
Problemas físicos de Lukaku após uma temporada difícil
A campanha de Lukaku foi ofuscada por uma campanha difícil no clube. Uma lesão na pré-temporada no Napoli o manteve afastado por meses, e ele apenas conseguiu 64 minutos em sete partidas ao longo da temporada, marcando apenas uma vez, na partida em fevereiro contra o Hellas Verona.
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A falta de agudeza naquela partida deixou dúvidas reais sobre se Lukaku faria parte da seleção belga para a Copa do Mundo. Ele está desde quase dobrou os minutos do clube em sua temporada No espaço de três jogos da fase de grupos da Bélgica, mas Garcia continua a gerir a sua carga de trabalho com cuidado, sabendo que o avançado terá um melhor desempenho quando chegar ao banco do que como titular.



