Martin Pecar é o primeiro jogador de futebol esloveno de Tenerife. O avançado, nascido a 5 de julho de 2002 em Izola, foi anunciado pelo clube azul e branco como contratação inaugural do mercado de verão de 2026. O contrato é de três temporadas. Se contarmos apenas a trajetória na Segunda Divisão, categoria em que mais disputou – completará 49 campanhas em 26/27 –, a equipe representativa já teve em suas fileiras jogadores de 37 nacionalidades diferentes.incluindo o espanhol e sem acrescentar o da recente adição ao plantel que Álvaro Cervera terá sob o seu comando.
A bandeira mais repetida, de longe, é a bandeira argentina. Acenaram como cariocas no Heliodoro, da maior à menor participação e em partidas da Segunda Divisão – muitas delas também da Primeira -, Federico Lussenhof, Hugo Morales, Federico Basavilbaso, Ezequiel Luna, Daniel Fagiani, César La Paglia, Cristian Álvarez, Lucas Aveldaño, Pablo Paz, Javier Almirón, Fernando Navarro Montoya – nascido na Colômbia mas radicado na Argentina -, Martín Posse, Valentín Vada, Maxi Pérez –cresceu no Uruguai–, Alfonso García, Ramón Miérez, Bruno Marioni, Fernando Coniglio, Sebastián Dubarbier, Tomás Martínez, Walter Gesto, Andrés San Martín, Mario Luna, Mariano Bombarda, Juan Carlos Perrone, Mario Armando Husillos, Mauro dos Santos, Raúl Seoane e Cristian García. Uma ampla lista seguida pelo movimento brasileiro.
Da Argentina ao Brasil e Uruguai
A ligação vai de Barata a Gustavo Rodrigues e inclui César Belli, Guina, Emerson, Paulo Roberto Cocito, William Fabro, André Luiz, Igor de Souza, Marcelo Santos, Tarciso Moura, Rogerinho, Dimitri del Gobo e Gustavo.
O bronze também brilha do outro lado do Oceano Atlântico, na América do Sul. Particularmente no Uruguai, terra natal de Ángel Ferreira, Hugo Fernández, Nilson Bertinat, Juan Carlos Aparicio, Manuel Ramón Caamaño, Pedro Kraus, Alberto Daniel Bergara, Eduardo Belza, Carlos Correa, Diego Ifrán, Montero Castillo e Giovanni Zarfino.
Os seguintes blocos possuem a peculiaridade do bairro: nove franceses (Jéremy Mellot, o estrangeiro com mais jogos disputados pelo Tenerife em todas as categorias – à frente de Pizzi, Rommel, Nikola Sipcic e Jokanovic -, Samuel Camille, Yann Bodiger, Beranger, Franz Bertin, Yanis Rahmani, Rachid – passaporte argelino -, Sylvain Ndiaye e David Linares) e oito portugueses (Tiago César Moreira, Andrade, Bino, Bruno Wilson, Moutinho, Bruno Caires, Costinha e João Paulo).
A partir daí cresce a variedade, mas não tanto o número total de representantes por país. A Sérvia tem a sua cota com Nicola Sipcic – internacional por Montenegro –, Filip Malbasic, Veljklo Paunovic, Miroslav Djukic, Racic e Milenkovic. O Tenerife de Plata reúne ainda quatro hondurenhos com minutos no campeonato (Anthony Lozano, Bryan Acosta, Gilberto Yearwood e Ramón Maradiaga), três colombianos (Marlos Moreno, João Rodríguez e Pedro Pablo Portocarrero), três paraguaios (Maciel, Alcides Báez e César Cabrera), três eslovacos (Marian Kelemen, Samuel Slovak e Mazan) e dois mexicanos (Gerardo Torrado e Ulises Dávila).
Uma viagem por três continentes
O mapa mundial azul e branco da Segunda Divisão é completado por uma longa lista de referências individuais, a de Anthony Landázuri, zagueiro equatoriano contratado em fevereiro de 2025 e um dos protagonistas do ascenso a Segunda División, Rommel Fernández (Panamá), Shaq Moore (Estados Unidos), Josmar Zambrano (Venezuela), Stjepan Milardovic (Croácia), Igor Simutenkov (Rússia), Robert Enke (Alemannia), Tomasz Frankowski (Polónia), Gal Alberman (Israel), Stefan Lexa (Áustria), Samuel Longo (Itália), Samuel Shashoua (Inglaterra), Otar Katabadze (Geórgia), Arvin Appiah (Países Bajos, com pasopara britânico), Riza Durmisi. (Dinamarca), El Gharef (Marruecos), Dani Kome (Camarões), Ritchie Kitoko (Congo com passaporte belga), Amath Ndiaye (Senegal), Shaaban Chilunda (Tanzânia), Haythem Jouini (Tunez), Manu Apeh (Nigéria), Mo Dauda (Gana), Salifo Caropitche (Guiné-Bissau) Yussi Diarra (Mali) e Gaku Shibasaki (Japão). Apenas uma viagem ao redor do planeta passando por quatro continentes.
Uma viagem em que não participariam jogadores que vieram ao mundo fora da Espanha, mas são espanhóis.quase todos provenientes de Tenerife, como o Venezuelanos Dani Hernández, José Francisco Meneses e Julio Álvarez, os italiano Pier Cherubino ou el Alemão Arão Darias.
Para os estrangeiros com presença na Segunda Divisão, Tenerife lidera à frente de Elche, Las Palmas, Albacete, Mallorca, Valladolid…
Para a Austrália quando o Primeiro for adicionado
Se a pesquisa for alargada a outras categorias, à LaLiga EASports e até à Primeira Federação ou à extinta Segunda Divisão B, a coleção de bandeiras cresce. Acrescenta, entre outras coisas, a conquista vindo de outro continente devido à permanência do australiano Aurélio Vidmar nas equipes das temporadas 96/97 e 97/98. Em Tenerife naquela década, os peruanos Chemo del Solar e Percy Olivares, os sul-africanos Sizwe Motaung e David Nyathi, o romeno Marcel Sabou, o tcheco Pavel Hapal, o chileno Francisco Rojas, o bósnio Meho Kodro, o internacional suíço e alemão Oliver Neuville e o goleiro sueco Bengt Andersson também usaram o uniforme azul e branco.
A novidade na Primera RFEF veio de Antal Yaakobishvili, zagueiro húngaro que veio do Girona para Tenerife no mercado de inverno até 30 de junho. O jogador de Budapeste disputou sete partidas, três delas como titular.



