O que vivemos em Vancouver foi histórico! O Canadá conquistou sua primeira vitória na Copa do Mundo da história com um 6 a 0 inesquecível que, no entanto, foi ofuscada pela gravíssima e terrível lesão de Ishmael Koné, que ele quebrou a perna após uma entrada nada perigosa de Assim Madibo, que ficou abatido após a infeliz ação.
Ele fez um grande jogo em Vancouver. Não apenas seis gols, mas também um pênalti que foi anulado, mas que levou ao primeiro de dois cartões vermelhos diretos para o Catar por Julen Lopeteguique quebrou e até marcou um de seus próprios gols. Larin, Jonathan David com um hat-trick, Saliba e o gol contra encerraram uma derrota eterna.
Desta vez, a resistência do Catar não duraria mais do que quinze minutos. O tempo que Cyle Larin levou para ver o gol novamente nesta Copa do Mundo. Já foram dois gols do atacante contratado pelo Southampton do Mallorca. Ele salvou um ponto para o Canadá contra a Bósnia e foi recompensado com o título, acertando com o técnico e marcando o 1 a 0, aproveitando rebote do goleiro na pequena área para marcar à vontade.
O golo foi conseguido através de um remate fortíssimo de Jonathan David, que na altura não marcou, mas que mais tarde o faria três vezes, a primeira à beira da meia hora de jogo, numa ação que se assemelhava ao 1-0. Buchanan chutou, ricocheteou em um zagueiro e morreu para o atacante da Juventus, que acertou Abu Nada.
A partida, já caminhando para a derrota, teria uma nova reviravolta no roteiro que deixaria Julen Lopetegui e sua sentença foi vista. O árbitro marcou pênalti para um ataque a Buchanan, isso não parecia um grande problema. A jogada foi revista no VAR, mas em vez de corrigi-la, as consequências para o Catar foram ainda piores: Pênalti anulado, falta fora da área… mas cartão vermelho direto para o zagueiro Homam Ahmed. Lopetegui teria certamente preferido o penálti e o 3-0, dada a evolução do jogo desde então…
Se o Catar nem tivesse jogado onze contra onze, com um a menos e o placar contra, a situação teria ficado ainda pior. O Canadá acumulou chances, com um astuto Buchanan, mas quem viu o gol novamente foi Jonathan David. O ’10’ deu o terceiro rebote da noite depois de mais uma defesa de Abu Nada após chute de Larin. Que dupla Jesse Marsch descobriu.
Canadá comemora um dos seis gols contra o Catar /EFE
Da festa à lesão gravíssima de Koné
Vancouver foi uma explosão. O Canadá gostou. Até que uma ação muito infeliz no início do segundo tempo causou pânico na equipe anfitriã. Parecia uma falta simples do qatariano Madibo sobre Ismaël Konémas logo todos colocaram as mãos na cabeça, inclusive o autor do chute. O jogador canadense quebrou a perna, a tíbia fraturou e a parte inferior da perna ficou pendurada.
Todos entraram em campo, os substitutos para proteger a privacidade do companheiro, os médicos para tratá-lo e outros para culpar Madibo por sua ação. No final, Koné saiu em uma maca com oxigênio, mas cumprimentou a multidãoenquanto o próprio Madibo ficou em estado de choque com a ofensa cometida.
Rota histórica
Ele foi o primeiro a se assustar e pediu desculpas por quase três minutos. O árbitro lhe deu cartão amarelo, mas ele corrigiu imediatamente vermelho -merecido- a pedido do VAR mas sem nem ir ao monitor. Decisão curiosa.
Com um nó na garganta, cortando e seguindo o ritmo Catar com nove jogadores de futebolO Canadá teve tempo de marcar o quarto, quinto e sexto. Primeiro Saliba marcou em cobrança de falta direta e dedicou o gol ao companheiro, sob aplausos do BC Place Stadium. Então eles fecharam a rota Gol contra Mohamed Al-Manaipor maltratar um tiro de Schaffelburg, e Jonathan David, com seu hat-trick igualando Leo Messi.



