O proprietário e presidente da SS Lazio, Claudio Lotito, comemora com torcedores no final da primeira mão das oitavas de final da UEFA Champions League entre Lazio e Bayern de Munique, no Estádio Olímpico, em 14 de fevereiro de 2024, em Roma. A Lázio venceu por 1 a 0. (Foto de Filippo MONTEFORTE/AFP)
Os torcedores da Lazio expressaram protesto em massa em 2 de julho e ficaram ainda mais irritados quando foi anunciado que o presidente Claudio Lotito havia comprado outro clube, o Reggina.
Os ultras boicotam há meses os jogos em casa no Stadio Olimpico, deixando as arquibancadas dolorosamente desertas mesmo durante os jogos mais importantes da temporada da Série A.
Eles suspenderam o protesto apenas com algumas exceções, principalmente a derrota na final da Coppa Itália para o Inter.
Estes são titulares de bilhetes de temporada, pelo que já pagaram os seus lugares no Stadio Olimpico.
Os torcedores da Lazio ainda estão bravos com Lotito

Com o início da nova temporada, eles aumentam a pressão sobre o presidente Lotito, que anuncia uma concentração em massa nas ruas na noite de 2 de julho.
Eles marcharão da Ponte Milvio até a Piazzale Ankara, onde fica o Stadio Flaminio.
A situação deverá piorar, porque esta noite o presidente da Câmara de Reggio Calabria, Francesco Cannizzaro anunciou nas redes sociais que Lotito comprou o falido clube Reggina.
Isto pode ser um problema, já que as novas regras proíbem uma pessoa de possuir mais de um clube em ligas profissionais.

Após o rebaixamento, o Reggina joga na Série D, mas se quiser ser promovido à Série C, o Lotito terá que escolher entre eles e a Lazio.
Há outro problema de multipropriedade, já que Aurelio De Laurentiis estava no comando do Napoli e do Bari, mas como terminou antes da introdução das novas regras, ele teve tempo para resolver o assunto em 2028-29.



