23 de julho – O presidente dos EUA, Donald Trump, nomeou o chefe da FIFA, Gianni Infantino, como candidato a secretário-geral das Nações Unidas, de acordo com um relatório.
O New York Post disse que Trump quer Infantino no papel, que estará disponível quando António Guterres, de Portugal, deixar o cargo no final de dezembro.
O atual campo de candidatos inclui a ex-presidente chilena Michelle Bachelet e o argentino Rafael Grossi, atual diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica.
A eleição para o cargo requer o endosso do Conselho de Segurança da ONU, onde os cinco membros permanentes têm direito de veto, seguido da confirmação da Assembleia Geral da ONU.
Infantino cultivou um forte relacionamento com Trump durante o seu segundo mandato, realizando vários eventos com o comandante-em-chefe dos EUA antes e durante o torneio de 2026. Notavelmente, Infantino atribuiu a primeira edição do “Prémio FIFA da Paz” ao Presidente dos EUA no ano passado, e na sexta-feira passada foram as estrelas de uma recepção da FIFA na Trump Tower, em Nova Iorque. Trump também sentou-se ao lado de Infantino durante a final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, no domingo, em Nova Jersey.
Espera-se que o presidente da FIFA seja reeleito sem oposição no Congresso da FIFA em Rabat, Marrocos, no próximo ano, para o seu quarto mandato. No entanto, as ligações ao novo papel surgem numa altura em que o capital político de Infantino está no nível mais baixo de todos os tempos em alguns países, com questões sobre o papel que desempenhou na facilitação do pedido de Trump para adiar a suspensão do avançado norte-americano Folarin Balogun por cartão vermelho.
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