Ele já foi aclamado como o messias do futebol do Liverpool. Agora foi pedido a Jürgen Klopp que fizesse milagres pelo seu país.
No mês passado, Klopp assistiu como um comentarista de TV a saída da Alemanha da Copa do Mundo após uma surpreendente derrota nos pênaltis para o Paraguai.
A derrota levou o treinador Julian Nagelsmann a demitir-se e mergulhou o futebol alemão numa crise de identidade em grande escala.
Apenas três semanas depois, é Klopp quem tem a tarefa de juntar os cacos e restaurar a outrora famosa mentalidade vencedora do seu país, assinando um contrato de quatro anos para se tornar treinador principal.
A primeira partida de Klopp, no comando da Euro 2028 e da Copa do Mundo de 2030, será contra a Holanda, no dia 24 de setembro.
“A seleção nacional pode unir os alemães como quase nada mais. É exatamente isso que torna esta tarefa tão especial para mim”, disse Klopp.
Vencedor da Liga dos Campeões e da Premier League pelo Liverpool e bicampeão da Bundesliga pelo Borussia Dortmund, o jogador de 59 anos já é considerado um dos maiores treinadores alemães.
Mas embora muitos acreditem que ele é o homem perfeito para o cargo de seleção nacional, a nomeação também gerou intenso debate na Alemanha.
Para a Federação Alemã de Futebol (DFB), garantir a assinatura de Klopp tem sido uma prioridade desde que Nagelsmann renunciou após a derrota no Paraguai.
O presidente da DFB, Bernd Neuendorf, disse que Klopp personifica “a paixão, a credibilidade e a capacidade de inspirar as pessoas”.
“Após a demissão de Julian Nagelsmann, ele foi inequivocamente a nossa escolha para o cargo de seleccionador nacional. É por isso que o perseguimos incansavelmente”, acrescentou Neuendorf.
Agora o acordo está feito.



