A forma como a Escócia abordará o jogo nas condições também será um factor importante.
A partida contra o Haiti foi estressante, com ambos os lados concedendo posse de bola em intervalos regulares, em um encontro bastante fenético.
A Escócia teve apenas 46% de posse de bola contra a equipa mais fraca do grupo e depois 41% contra Marrocos. Contra o Brasil, cuidar da bola é prioridade devido ao calor e à umidade.
Graeme Souness foi o capitão da Escócia contra o Brasil no calor de Sevilha na Copa do Mundo de 1982.
“O problema quando você joga no calor é que se você continuar dando a bola, mais cedo ou mais tarde alguém vai te punir”, disse ele à BBC.
“E eu senti que no segundo tempo (contra o Haiti), quando mantivemos a liderança, deveríamos ter sido melhores nisso. Não entregue a bola. Bons jogadores não fazem isso.”
As pausas para hidratação de 22 minutos em cada tempo também têm sido um grande assunto de discussão na Copa do Mundo até o momento, que a Escócia tentará aproveitar para descansar e descansar.
Durante o Campeonato do Mundo de Clubes nos EUA, no Verão passado, algumas equipas, como o Bayern de Munique, até deixaram os seus suplentes no balneário com ar condicionado durante a primeira parte, em vez de os deixarem ficar demasiado quentes no banco.
De uma forma ou de outra, as circunstâncias terão de ser tidas em conta tanto no jogo em si como na preparação.



