Richarlison deu esperança ao decepcionante time de Robert de Zerbi depois que Enzo Fernandez e Andrey Santos deram aos anfitriões uma merecida vantagem de dois gols, quando o combativo lateral-esquerdo do Chelsea, Marc Cucurella, arrastou sem cerimônia o zagueiro do Spurs, Micky van de Ven, para o chão.
Aconteceu no momento em que Mathys Tel se preparava para cobrar um escanteio e os Spurs exigiam um pênalti que nunca aconteceu. A descrença redobrou quando Cucurella foi alertada sobre o incidente.
As verificações do árbitro assistente de vídeo (VAR) descobriram que seu erro ocorreu vários segundos, talvez até um segundo, antes de a bola entrar em jogo, o que significa que um pênalti não poderia ser concedido.
O árbitro Stuart Attwell só pôde agir contra Cucurella com cartão amarelo e, uma vez que o VAR confirmou que a bola não havia sido chutada, não houve espaço para revisão e pênalti subsequente.
O ex-atacante do Chelsea e da Inglaterra, Daniel Sturridge, disse à Sky Sports: “Uma segunda diferença e é um pênalti garantido. Cucurella tem muita sorte.”
Foi a decisão mais apertada.
O técnico do Spurs, De Zerbi, se recusou a comentar a polêmica, mas disse que a partida contra o Everton foi indiscutivelmente “mais importante” do que a final da Liga Europa do clube contra o Manchester United na temporada passada, vencida em Bilbao.
Ele acrescentou: “Não é da minha conta. Meu negócio é me concentrar na preparação para a próxima partida e conseguir os pontos que precisamos porque a final é para nós no domingo.
“Este jogo é mais importante do que disputar um troféu. A época passada terminou disputando um troféu. Estamos a jogar por algo mais importante do que um troféu, devido ao orgulho e à história do clube”.
“Podemos ganhar um troféu, mas isso não muda nada. O mais importante é o orgulho e a dignidade do clube para que possamos sair de férias na Premier League”.
“Temos que permanecer vivos. Domingo contra o Everton é um grande dia para nós.”



