18 de junho – A Argentina, atual campeã, tirou a França do primeiro lugar como marca digital número 1 entre as seleções da Copa do Mundo, de acordo com as últimas classificações do Sports Social Pulse do Social Media Insights Lab e do Sports Business Journal da Universidade da Carolina do Sul.
Numa Copa do Mundo, o futebol representa apenas metade do torneio. A outra metade joga em telefones e laptops, com times gerando bases de fãs, valor de patrocinador e alcance global além de qualquer torneio.
A Argentina entendeu. A federação está absorvendo cada gota do seu sucesso em 2022, inundando o TikTok com destaques do campeonato, imagens de bastidores e conteúdo de Lionel Messi que mantém o público global envolvido.
As classificações avaliam o tamanho do público, visibilidade, engajamento, crescimento e alcance entre plataformas. A França, que liderava a primeira lista, caiu para a segunda. Brasil, Portugal e Inglaterra completaram o top cinco, com Colômbia, México, Espanha, Marrocos e Alemanha completando o top 10.
A prova mais clara de que os resultados impulsionam a divulgação são os EUA. A USMNT sentou-se em 32º lugar na semana passada. Depois de vencer o Paraguai por 4 a 1, saltou para a 11ª posição, somando quase 150 mil seguidores no Instagram. A estratégia é simples: inundar os feeds com destaques e permitir que os fãs compartilhem. Menos seguidores, resultados mais inteligentes.
O México mostra o outro lado. Apesar da vitória por 2 a 0 sobre a África do Sul, caiu duas posições, para o sétimo lugar. O problema é que a mistura de plataformas com o tricolor depende muito do X, fraca com o crescimento mais rápido do Instagram e do TikTok agora com peso real.
A lição é clara. Vencer o campo acende a faísca, mas as equipes que constroem o mecanismo de conteúdo são aquelas que transformam um momento em movimento.
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