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A França está logo atrás ao passar por Marrocos a caminho das semifinais

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10 de julho – Com vários ataques, a França despacha Marrocos por 2 a 0 e chega às semifinais da Copa do Mundo.

No final, teve que ser Kylian Mbappe, o talismã dos Les Bleus, que deu um golpe de beleza para libertar a França e conduzir os vencedores de 2018 e vice-campeões de 2022 às semifinais da Copa do Mundo, depois de trabalharem e trabalharem por uma hora sob o sol de Massachusetts.

O gol de Mbappe foi o 20º em finais de Copa do Mundo, cinco a mais que Ronaldo do Brasil e oito a mais que Pelé. Ele continua a um gol de Lionel Messi, mas é o artilheiro do argentino nesta competição.

Seu objetivo é digno de nota. Aos 15 minutos, Mbappé recebeu na entrada da área e, quase sem espaço para trabalhar, enrolou para o canto mais distante. A greve desafia a física.

Ele também participou do segundo gol, seis minutos depois, quando Ousmane Dembele correu para o espaço deixado por Mbappé e marcou. Em poucos minutos, os franceses colocaram seus adversários na tela.

Havia algo implacável na equipe de Didier Deschamps no terço final que sugeria que seria difícil parar a equipe se quisesse conquistar o terceiro título mundial em 28 anos.

No entanto, quase todo mundo falha no francês na primeira vez. Até Mbappé provou que não é infalível. De pênalti, o goleiro marroquino Yassine Bonou teve pouco trabalho a fazer para impedir o pênalti suave de Mbappe aos 28 minutos. Depois de uma espera inexplicavelmente longa pela confirmação do VAR de que se tratava de pênalti, o francês abriu o corpo cedo demais e mandou a bola por cima com muita ansiedade.

Lucas Digne acertou a trave com um chute de longa distância, mas faltou incisão aos franceses. Os Bleus demoraram 35 minutos para criar uma oportunidade. Nos últimos dez minutos do primeiro tempo, aceleraram o ritmo. Desesperado, Marrocos lutou para cruzar a linha do meio e tentou.

Na segunda parte, os marroquinos, jogando de forma muito negativa e com a posse de bola muito lenta, foram punidos. Eles teriam sido perdoados. De que outra forma poderiam conter este lado da França? De que outra forma poderiam ter impedido Mbappé de marcar aquele magnífico golo inaugural, quase do nada, sem espaço disponível?

Com a saída de Marrocos, a última selecção africana deixou o torneio – depois de nove dos dez participantes africanos terem passado da fase de grupos.

Na Copa do Mundo de 2022, os norte-africanos chegaram às semifinais, uma conquista histórica, mas desta vez voltaram para casa uma rodada antes. No entanto, os franceses continuam avançando e é difícil ver algum adversário – Bélgica ou Espanha – impedindo-os de chegar à terceira final consecutiva de Copa do Mundo.

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