O meia substituto Amad Diallo estava presente para dar à Costa do Marfim uma lembrança desgastada ao vencer o Equador perto do final do jogo, no Estádio da Filadélfia.
Pois os gigantes africanos estavam de volta à Copa do Mundo da FIFA depois de um cansativo intervalo de 12 anos, fazendo valer a pena enquanto durou.
A partida começou com todas as combinações táticas de xadrez esperadas dos dois azarões do torneio. Surgido sob o comando de Sebastián Beccacece, o sistema equatoriano de jogadores humildes altamente elogiados, liderado pela dupla defensiva central formada por Guilielmi Pacho e Piero Hincapié, provou ser uma questão inamovível para grandes partes.
No primeiro tempo, as duas equipes criaram inúmeras chances de ataque, com Moisés Caicedo, Enner Valentia e Gonzalo Plata.
A emergente combinação de meio-campo Faé, formada por Franck Kessié e Seko Fofana, retomou os livros antigos, mas isso não os impediu de suas formas agressivas de romper o Oecadorian.
No que parece ser um final empatado, um cálculo rápido em que os suplentes da segunda parte, Odilon Kossounou e Amad Diallo viram esta bola plantada fora da baliza do guarda-redes Hernan Galindez.
O resultado leva a seleção da África Ocidental à segunda posição da Alemanha após duas partidas no sábado, 20 de junho de 2026, no Estádio de Toronto.



