Com mais de 300.000 praticantes ativos e crescimento explosivo nas areias brasileiras, o beach tennis deixou de ser privilégio de poucos para se tornar o esporte mais democrático das praias em 2026. O que começou como um passatempo de clubes exclusivos beira-mar evoluiu em ritmo acelerado — e o beach tennis brasil 2026 vive seu melhor momento, com quadras públicas lotadas de Vitória a Fortaleza, crianças aprendendo o saque na areia e atletas experientes disputando títulos federados.
Neste cenário vibrante, um estado se destaca acima de todos: o Espírito Santo. Com sua privilegiada faixa litorânea, infraestrutura de eventos consolidada e uma federação atuante, o ES se consolida como o hub nacional do esporte em 2026 — e a 11ª Copa das Federações de Beach Tennis promete ser o ápice dessa trajetória.
Neste guia completo, você vai descobrir por que o Espírito Santo merece esse título, como funciona o maior torneio interestadual do BT brasileiro, quais equipamentos comprar (e por quanto), onde encontrar aulas para iniciantes e muito mais. Fique até o final — este artigo foi feito para quem quer entrar de vez nessa família.
O Crescimento Explosivo do Beach Tennis no Brasil
Poucos esportes cresceram tão rapidamente no Brasil como o beach tennis. Na virada dos anos 2000, a modalidade era praticada quase que exclusivamente em clubes privados do litoral paulista e carioca — um esporte de areia reservado a quem tinha acesso às quadras. Hoje, o cenário é completamente diferente.
Os dados falam por si: estimativas da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) apontam para uma base de mais de 300.000 praticantes regulares no Brasil, número que dobrou em menos de cinco anos. O crescimento foi alimentado por uma combinação poderosa: a pandemia que empurrou as pessoas para espaços abertos, o boom das redes sociais — com vídeos de raquetadas precisas e duplas mistas se tornando virais no Instagram e TikTok — e a influência de atletas e influenciadores que abraçaram o BT como estilo de vida.
Além disso, vale destacar a comparação com outros esportes de raquete em crescimento no brasil: enquanto o padel avançou fortemente em espaços fechados e o tênis tradicional manteve sua base consolidada, o beach tennis encontrou um nicho único — ao ar livre, acessível, sem necessidade de instalações caras, e com altíssimo apelo social.
Nesse sentido, a democratização aconteceu de forma orgânica. Prefeituras de cidades litorâneas passaram a instalar quadras públicas de BT nas orlas. Programas municipais de esporte e lazer incluíram aulas gratuitas de beach tennis em suas grades. Universidades e centros comunitários abraçaram o esporte. O resultado é que hoje você encontra o BT sendo praticado tanto no clube privado quanto na praia pública — e essa pluralidade é o maior triunfo da modalidade.
Por Que o Espírito Santo é o Hub Nacional do Beach Tennis em 2026?
Existe uma razão muito concreta para o Espírito Santo ocupar o topo do mapa do beach tennis nacional em 2026. O estado reúne uma combinação rara: mais de 400 quilômetros de litoral, clima quente durante praticamente o ano todo, praias com areia de qualidade ideal para a modalidade e uma infraestrutura hoteleira e logística capaz de absorver grandes eventos.
Cidades como Vitória, Vila Velha e Guarapari concentram o maior número de quadras de BT do estado — entre clubes privados, espaços públicos e arena temporárias montadas para torneios. A Federação Capixaba de Tênis tem investido de forma consistente no desenvolvimento da base e no credenciamento de professores, criando um ecossistema saudável para o crescimento do esporte.
“O Espírito Santo reúne tudo o que um torneio nacional precisa: estrutura, clima e paixão pelo esporte.” Essa afirmação, repetida entre organizadores e atletas, resume bem o momento. A Secretaria de Turismo do Espírito Santo tem tratado o turismo esportivo como prioridade estratégica, e os eventos de BT aparecem como protagonistas nessa agenda.
O impacto econômico já é mensurável. Eventos de médio porte de beach tennis no ES movimentam entre R$ 2 e R$ 5 milhões em receita direta para a economia local — hotéis, restaurantes, transporte, aluguel de equipamentos e comércio varejista. Para a Copa das Federações, evento de escala nacional com delegações de múltiplos estados, a projeção é ainda mais expressiva. Além disso, um levantamento recente indica que turistas esportivos que visitam o ES durante eventos de beach tennis permanecem em média 4,2 noites — acima da média do turismo convencional — e gastam mais por dia do que o visitante típico. Uma dupla vitória para o estado.
Para saber mais sobre como o turismo esportivo está transformando o Sudeste, confira nossa análise sobre calendário de torneios esportivos 2026 com dados de impacto em diversas modalidades.
11ª Copa das Federações de Beach Tennis 2026 — O Maior Evento do Calendário
Histórico e Prestígio da Copa das Federações
A Copa das Federações de Beach Tennis existe desde os primeiros anos de estruturação federada do esporte no Brasil. O torneio nasceu com uma proposta simples e poderosa: reunir as melhores duplas de cada federação estadual em uma competição única, com formato que valoriza tanto o talento individual quanto a força coletiva de cada estado.
Ao longo de dez edições anteriores, o evento cresceu de forma consistente — saindo de pouco mais de 20 duplas participantes nas primeiras edições para centenas de atletas representando federações de Norte a Sul do país. Ser convocado para representar sua federação na Copa das Federações é, para muitos atletas federados de beach tennis, tão significativo quanto disputar um campeonato brasileiro individual.
Por outro lado, o torneio também serve como vitrine para jovens talentos. Diversas duplas que hoje competem no circuito internacional de beach tennis ITF tiveram sua primeira grande exposição justamente na Copa das Federações. Sendo assim, o evento funciona como um funil de desenvolvimento do esporte: do nível estadual ao palco nacional e, eventualmente, internacional.
Formato, Categorias e Datas do Torneio
A 11ª Copa das Federações segue o formato consolidado de duplas, com jogos em fase de grupos (round robin) seguidos de fase eliminatória. As categorias previstas incluem masculino, feminino e misto, com subdivisões por faixa etária — contemplando atletas sub-23, adulto, 35+, 45+ e 55+. Essa amplitude garante que competidores de todas as idades encontrem seu espaço na competição.
As datas exatas do evento devem ser confirmadas no site oficial da CBT — o torneio está previsto para o segundo ou terceiro trimestre de 2026, aproveitando o período de alta temporada no litoral capixaba. Recomendamos verificar o calendário atualizado diretamente na Confederação Brasileira de Tênis (CBT) antes de planejar sua viagem ou inscrição.
A sede do evento será em quadras montadas nas praias do Espírito Santo, com estrutura de arquibancada, iluminação para jogos noturnos, cabines de arbitragem e área de aquecimento separada por categoria.
Como Se Inscrever na Copa das Federações
A participação na Copa das Federações exige filiação ativa à federação estadual de tênis do atleta. Ou seja, não é uma competição aberta ao público geral — cada federação realiza seu processo interno de seleção e classificação de duplas, e então submete sua delegação à organização do evento nacional.
O processo funciona assim: o atleta precisa estar com sua licença federada em dia e participar dos torneios classificatórios promovidos pela sua federação estadual. As duplas com melhor desempenho nesses circuitos locais garantem a vaga para representar o estado na Copa. As taxas de inscrição variam por federação, mas giram em torno de R$150 a R$300 por dupla nos torneios classificatórios estaduais. Prazos e composição de equipes são definidos pela organização geral — acompanhe as atualizações no portal oficial da CBT.
O Impacto Econômico no Turismo Local
Um evento da magnitude da 11ª Copa das Federações tem efeitos que vão muito além das quadras. Estima-se que o torneio atraia mais de 1.500 pessoas entre atletas, familiares, comissões técnicas e torcedores de diversas partes do Brasil ao Espírito Santo. Com uma estadia média de quatro noites, o impacto na rede hoteleira é imediato.
Restaurantes próximos ao local do evento registram aumento de 30% a 50% no movimento durante os dias de competição. Lojas de artigos esportivos, aluguel de equipamentos e serviços de transporte também se beneficiam diretamente. Sem dúvida, o beach tennis se tornou um dos vetores mais eficientes do turismo esportivo capixaba — e a prefeituras e o governo estadual têm apoiado o evento com infraestrutura e patrocínio institucional justamente por reconhecer esse potencial.
Outros Grandes Torneios de Beach Tennis no Brasil em 2026
Além da Copa das Federações, o calendário esportivo 2026 está repleto de competições de beach tennis para atletas de todos os níveis. O Circuito Brasileiro de Beach Tennis, organizado pela CBT, reúne etapas em diversas cidades ao longo do ano — com paradas previstas no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Fortaleza, que possuem cenas locais vibrantes e campos com milhares de jogadores federados.
Para quem sonha com o cenário internacional, vale acompanhar o calendário do ITF Beach Tennis World Tour, que passa pelo Brasil em algumas etapas e serve como vitrine para duplas nacionais que buscam pontos no ranking mundial. Jogadores brasileiros historicamente figuram entre os melhores do mundo na modalidade — o que torna cada etapa internacional disputada em solo nacional um evento de altíssimo interesse.
Fique de olho no calendário de competições esportivas no brasil 2026 para não perder nenhuma data importante — e confira o site oficial da CBT para o calendário completo do circuito nacional.
Guia de Equipamentos para Beach Tennis — Do Iniciante ao Competidor
Raquetes de Beach Tennis — Como Escolher a Certa
A raquete é o coração do seu jogo de beach tennis. Ao contrário do tênis tradicional, as raquetes de BT são sólidas — sem cordas — e feitas de materiais compostos que determinam muito do comportamento da bola após o impacto.
Para iniciantes, a recomendação é clara: busque raquetes de fibra de vidro com núcleo de EVA macio. Elas são mais leves (geralmente entre 290g e 330g), mais forgiving — ou seja, perdoam mais os erros de timing — e custam em média R$180 a R$350. Marcas como Babolat, Head e Adidas oferecem linhas entry-level de excelente custo-benefício.
Para jogadores intermediários e avançados, a escolha caminha para raquetes de fibra de carbono com núcleos mais densos (EVA duro ou polipropileno). Elas oferecem mais controle, potência e sensação de jogo — porém exigem uma técnica mais apurada. O investimento sobe para a faixa de R$400 a R$1.200. As raquetes de beach tennis Babolat figuram entre as mais utilizadas no circuito profissional, ao lado de Wilson e Head.
Vale destacar que marcas nacionais também evoluíram muito — Havaiana Sport e outras linhas brasileiras oferecem opções competitivas para iniciantes com preços mais acessíveis e boa distribuição no mercado local.
Bola, Redes e Acessórios Essenciais
A bola oficial de beach tennis é diferente da bola de tênis: ela tem pressão interna reduzida (entre 26 e 29 kPa, conforme especificação ITF), o que a torna mais lenta e controlável na areia. Procure sempre bolas com aprovação ITF para jogos oficiais. Um tubo com três bolas custa em média R$30 a R$60.
A rede padrão tem 1,70 metro de altura no centro — ligeiramente mais alta que a do tênis, o que muda completamente a dinâmica dos voleios e saques. Kits de rede portáteis para uso recreativo custam entre R$150 e R$400. Para completar o kit essencial por menos de R$300, um iniciante pode investir em: raquete entry-level (R$180–R$220), um tubo de bolas (R$40) e overgrip de qualidade (R$15–R$25). Protetor solar e calçados específicos para areia (ou jogar descalço, que muitos preferem) completam o setup.
Aulas de Beach Tennis — Como Começar Hoje Mesmo
Encontrando Escolas e Professores de BT no Espírito Santo
O Espírito Santo conta com uma rede crescente de escolas e academias especializadas em beach tennis. Em Vitória, clubes como o Vitória Tênis Clube e academias na Praia de Camburi oferecem turmas regulares para iniciantes, intermediários e avançados. Em Vila Velha, a orla da Praia de Itaparica concentra diversos profissionais autônomos e pequenas escolas de BT com agendamentos flexíveis.
Os valores médios praticados em 2026 são: R$60 a R$120 por hora em aulas individuais e R$30 a R$50 por hora em aulas coletivas (turmas de 4 a 8 alunos). Para quem quer acelerar o aprendizado antes de uma temporada de torneios, pacotes mensais de 8 a 12 aulas saem proporcionalmente mais em conta.
Além das aulas presenciais, plataformas online de metodologia BT oferecem módulos de técnica, tática e preparação física específica para o esporte — uma boa complementação para quem já tem experiência em raquetes e quer entender a fundo as nuances do jogo na areia.
Aulas de BT em Outras Cidades do Brasil
São Paulo tem uma das maiores comunidades de beach tennis do país, com centenas de quadras espalhadas pela cidade — muitas em parques públicos como o Parque Estadual da Cantareira e em clubes tradicionais com estrutura dedicada ao BT. No Rio de Janeiro, as praias da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes concentram a maior densidade de quadras e instrutores. Salvador e Fortaleza têm crescido rapidamente, com cenas locais vibrantes que misturam o calor nordestino com a energia do BT.
Para encontrar quadras e professores perto de você, aplicativos como Esporte na Área e os portais das federações estaduais de tênis são os melhores pontos de partida. Grupos no WhatsApp e comunidades no Instagram de beach tennis local também são fontes valiosas de informação e conexão com a comunidade.
Dicas para Acelerar seu Aprendizado no BT
1. Jogue com consistência, não com intensidade. Três sessões de uma hora por semana superam uma sessão exaustiva de três horas. O corpo e a memória muscular precisam de frequência.
2. Trabalhe a movimentação na areia. A areia muda tudo — o deslocamento é mais lento, o desequilíbrio é maior. Exercícios de agilidade e propriocepção no próprio areno são fundamentais antes de dominar os golpes.
3. Domine o grip correto desde o início. O encaixe errado da mão na raquete cria vícios difíceis de corrigir. Peça a um professor para verificar seu grip nas primeiras aulas.
4. Pratique o saque com obsessão. No BT, o saque é o golpe mais importante da estratégia. Diferente do tênis, ele é executado de baixo para cima e tem variações que podem decidir pontos decisivos.
5. Assista a partidas profissionais. O YouTube e o Instagram estão cheios de jogos de alto nível — observe o posicionamento das duplas, as trocas de voleio e a leitura de jogo dos melhores.
A Democratização do Beach Tennis — Esporte para Todos
Talvez a maior conquista do beach tennis brasileiro nos últimos anos não seja técnica nem competitiva — é social. O esporte, que nasceu entre as faixas de areia mais exclusivas do litoral brasileiro, se abriu para o Brasil real de uma forma que poucas modalidades conseguiram replicar.
Programas municipais em cidades do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo oferecem aulas gratuitas de beach tennis em praias e centros esportivos públicos. Escolas estaduais de algumas regiões já incluíram o BT nas aulas de Educação Física. Projetos sociais em comunidades litorâneas usam o esporte como ferramenta de inclusão e desenvolvimento de jovens — tirando crianças do ócio e oferecendo um caminho para o esporte e, eventualmente, para o mundo federado.
Vale destacar o crescimento da participação feminina: hoje, nas categorias recreativas, a divisão de gênero está praticamente em 50/50. O beach tennis tem sido um dos esportes mais equilibrados do Brasil em termos de representatividade, com mulheres ocupando espaços não apenas como atletas, mas como professoras, árbitras e dirigentes federativos.
Além disso, o BT adaptado — beach tennis para pessoas com deficiência — está dando seus primeiros passos no Brasil, com iniciativas piloto em São Paulo e no Nordeste que adaptam regras e equipamentos para tornar o esporte acessível a todos. Por fim, o BT se tornou um fenômeno cultural: é comum ver famílias inteiras passando férias no Espírito Santo e incluindo uma sessão de beach tennis na programação — o esporte virou parte do roteiro de lazer, não apenas de competição.
Para os clubes e escolas de BT, essa democratização é também uma oportunidade de negócio. Confira dicas e análises voltadas a competições esportivas e esportes em crescimento no brasil no nosso portal.
FAQ — Perguntas Frequentes sobre Beach Tennis no Brasil 2026
O que é a Copa das Federações de Beach Tennis?
A Copa das Federações é o maior torneio interestadual de beach tennis do Brasil, organizado com a participação direta das federações estaduais filiadas à CBT. Na competição, cada estado envia duplas selecionadas em seu circuito local para representá-lo em categorias masculinas, femininas e mistas, além de subcategorias por faixa etária. Em 2026, o evento chega à sua 11ª edição e será realizado no Espírito Santo.
O Espírito Santo tem estrutura para beach tennis?
Sim, e de alto nível. O estado possui quadras de BT em Vitória, Vila Velha, Guarapari e outras cidades litorâneas, além de uma Federação Capixaba de Tênis atuante, apoio governamental ao turismo esportivo e experiência prévia na organização de eventos de médio e grande porte. A infraestrutura hoteleira e de transporte da região também está preparada para receber delegações de todo o Brasil.
Qual raquete de beach tennis comprar para iniciante?
Para quem está começando, a melhor escolha são raquetes de fibra de vidro com núcleo de EVA macio. Elas são mais leves, mais fáceis de controlar e custam entre R$180 e R$350. Marcas como Babolat, Head, Adidas e Wilson têm linhas entry-level de boa qualidade. Evite começar com raquetes muito pesadas ou de carbono — elas exigem uma técnica mais apurada para render bem.
Onde fazer aulas de BT em Vitória ES?
Vitória conta com clubes tradicionais como o Vitória Tênis Clube e academias na orla da Praia de Camburi que oferecem aulas para todos os níveis. Os valores médios em 2026 são de R$60 a R$120 por hora em aulas individuais e R$30 a R$50 por hora em turmas coletivas. Uma boa forma de encontrar professores é buscar grupos de beach tennis no Instagram e WhatsApp focados em Vitória e Vila Velha.
Beach tennis é difícil de aprender?
Não — e essa é uma das grandes vantagens do esporte. A curva de aprendizado é relativamente gentil para iniciantes, especialmente para quem já praticou algum esporte de raquete. Nas primeiras aulas já é possível sustentar trocas de bola e participar de jogos recreativos. O que leva mais tempo são os detalhes de posicionamento, as variações de saque e a leitura tática do jogo em duplas — elementos que se desenvolvem com prática regular.
Quais os torneios de beach tennis no Brasil em 2026?
O calendário de 2026 inclui a 11ª Copa das Federações no Espírito Santo como principal destaque, além do Circuito Brasileiro de Beach Tennis com etapas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e outras capitais. Há também torneios estaduais em praticamente todos os estados com federação ativa. Para quem busca o cenário internacional, o ITF Beach Tennis World Tour tem etapas com participação de brasileiros ao longo do ano. Acompanhe o calendário completo no site da CBT.
Conclusão
O beach tennis brasileiro de 2026 é um retrato de como um esporte pode transformar vidas, movimentar economias e criar comunidades genuínas. Das areias de clubes exclusivos às praias públicas de Vitória e Fortaleza, a raquetada que antes era de poucos hoje pertence a todos. O Espírito Santo abraçou esse movimento com estrutura, paixão e visão estratégica — e a 11ª Copa das Federações é a celebração máxima dessa trajetória.
Seja você um atleta federado buscando representar seu estado, um turista planejando incluir beach tennis nas suas férias capixabas ou alguém que nunca tocou em uma raquete de beach tennis — 2026 é o seu ano de entrar para essa família. O Espírito Santo está esperando por você nas areias!
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