O ex-presidente da UEFA, Michel Platini, iniciou processos civis e legais contra a FIFA e o actual presidente, Gianni Infantino, por alegações de corrupção em 2015, o que, segundo ele, atrapalhou a sua candidatura para liderar o órgão dirigente.
A queixa criminal, apresentada nos tribunais franceses, acusa Infantino e dois ex-dirigentes da FIFA – o diretor jurídico Marco Villiger e o presidente do comité de auditoria, Domenico Scala – de processos maliciosos.
Num processo civil separado, Platini, de 70 anos, pede compensação financeira à FIFA por alegadas tentativas de bloquear a sua eleição como presidente da FIFA.
O antigo capitão da França, Platini, foi presidente da UEFA de 2008 a 2015 e era o favorito para suceder Joseph Blatter como presidente da FIFA em 2016.
No entanto, em 2015, a dupla envolveu-se em alegações de fraude e corrupção devido a um pagamento de 2 milhões de francos suíços (1,6 milhões de libras) a Platini em 2011, que, alegou-se, foi aprovado por Blatter.
Isso levou Blatter a renunciar ao cargo e acabou com as esperanças de Platini de se tornar chefe da FIFA, com o francês também suspenso por oito anos pelo comitê de ética da FIFA – uma sanção posteriormente reduzida para quatro anos pelo Tribunal Arbitral do Esporte.
Tanto Platini como Blatter foram posteriormente processados criminalmente, mas foram absolvidos de corrupção por um tribunal federal de apelações suíço em março de 2025.
Infantino, secretário-geral da UEFA no governo de Platini, substituiu Blatter como presidente da FIFA.
A BBC Sport entrou em contato com a FIFA para comentar.



