Apesar de sua campanha tórrida, a atacante da Juventus, Lois Openda, ainda tem vários pretendentes, incluindo o Leeds United.
O jogador de 26 anos completou uma transferência para Turim no verão passado, quando os Bianconeri desistiram da contratação de Randal Kolo Muani.
O belga disputou 34 partidas em todas as competições pelo gigante italiano até o momento, mas só conseguiu marcar dois gols.
Com isso, Luciano Spalletti efetivamente desistiu de Openda, que não faz mais parte do rodízio de seu elenco.
Bournemouth está competindo com o Leeds United por Lois Openda
A boa notícia para a Juventus é que Openda continua a ser uma parte regular da seleção belga e ainda tem admiradores em toda a Europa, especialmente na Premier League.
O atacante rápido passou por momentos difíceis nas últimas semanas ligado a uma mudança para Leeds.
De acordo com EQUIPE conversaOs pavões são de fato os favoritos para contratar o indesejado jogador da Juventus, mas podem enfrentar forte concorrência em casa e no exterior.
A fonte revela que o Bournemouth também deverá estar na corrida pelo nativo de Liège, principalmente se acabar contratando Marco Rose.
Os Cherries estão prestes a se separar de Andoni Iraola, que decidiu deixar o clube após uma passagem memorável de três anos. Rose emergiu como a candidata favorita para substituí-lo.
O estrategista alemão de 49 anos treinou o Openda durante sua gestão como técnico do RB Leipzig, e este último obteve sucesso sob sua orientação.
Coventry também na batalha por Openda
O relatório acrescenta que o Coventry City também está interessado no internacional belga, numa tentativa de fortalecer as suas fileiras de ataque depois de garantir a tão esperada promoção à Premier League.
O portal britânico também relata o interesse dos antigos empregadores da Openda, RC Lens, que garantiram o seu lugar na Liga dos Campeões na próxima temporada, enquanto O Fenerbahçe monitora a situação há meses.
A obrigação de compra da Openda entrou em vigor recentemente e custou à Juventus 40 milhões de euros. A fonte acredita que um empréstimo com opção (ou obrigação) de compra continua a ser a fórmula mais plausível.



