Quando Kerr ingressou no Chelsea, foi a maior transferência feita por um clube inglês.
Ela era uma superestrela global que quebrou recordes de gols em todas as competições em que disputou e foi um ícone na Austrália.
Suas ações só aumentaram durante sua passagem pela Inglaterra, quando ela ajudou o Chelsea a se tornar o clube mais dominante da última década.
Conhecida por suas comemorações ao contrário, Kerr marcou alguns dos maiores gols do Chelsea em finais da Copa da Inglaterra e em partidas eliminatórias da Liga dos Campeões.
Sob o comando da ex-técnica Emma Hayes, ela foi a estrela do time e construiu uma parceria formidável com o craque Fran Kirby durante o domínio de seis anos do Chelsea na WSL.
Sua ausência de dois anos, mais recentemente, após uma lesão no ligamento cruzado anterior, forçou o Chelsea a procurar outras opções de ataque e a atual técnica, Sonia Bompastor, não pôde contar com Kerr durante a maior parte do tempo.
No entanto, o retorno de Kerr à plena forma na segunda metade desta temporada – e os seis gols nos últimos seis jogos em todas as competições – mostraram do que ela ainda é capaz e porque continua sendo uma das melhores atacantes do mundo.
Ela é insubstituível no Chelsea, mas Bompastor já confirmou que a compra do número nove está no topo da lista de prioridades do clube para o verão.
O artilheiro do Manchester City, Khadija Shaw, está no topo da lista de desejos do Chelsea, mas quem quer que seja contratado para substituir Kerr terá um lugar enorme para ocupar.
O futuro de Kerr é desconhecido, embora fontes próximas ao jogador tenham sugerido que um retorno à Liga Nacional de Futebol Feminino dos Estados Unidos está nos planos.
A emissora australiana 10 News informou em abril que Kerr havia concordado com a transferência para a Cúpula de Denver, mas o atacante rapidamente rejeitou o fato nas redes sociais.



