Silvy? Não vi !

Depois de um tempo volto a escrever nesse espaço democrático que fui convidado a participar há um tempo. Hoje gostaria de falar dos últimos acontecimentos do nosso Furacão Verde da Mogiana. Ontem mais um atleta se desligou do clube, o atacante Thiago Silvy.

O que me deixa mais intrigado é o motivo: desacordo sobre a moradia do atleta em Uberlândia. Segundo Fabrício Tavares, diretor de futebol do clube, foram apresentadas opções de imóveis, que foram rejeitadas por Thiago. Tá, ok! Mas isso não deveria ser definido antes de fechar contrato? E agora, o clube será ressarcido financeiramente ou terá que pagar pela rescisão?

Por incrível que pareça, é a segunda vez que o Uberlândia “apresenta” Thiago Silvy e ele não fica no clube. Em 2016, após sua contratação ser anunciada para 2017, o Confiança (SE) acabou renovando com o atleta por mais um ano.

Que a situação sirva de alerta, pois o projeto da futura diretoria é elevar o clube a divisões superiores do futebol brasileiro. Penso sobre as torres que deverão ser erguidas na Vila Olímpica. O discurso é que os apartamentos que o UEC receberá como contrapartida da construtora, também serão usados como moradia de atletas. Atleta de série C, B e A aceitarão morar lá!?

Sobre o Elias, outro atacante que foi anunciado e saiu, concordo que são coisas do futebol. O que não pode é o clube ficar chupando dedo. Rescindiu unilateralmente por uma proposta melhor? Ótimo. Pague e boa sorte. Não podemos ser hipócritas e criticar o jogador por causa disso. Nós mudamos de boteco só porque a cerveja está R$0,50 mais barata. É um direito de qualquer trabalhador ficar onde se sinta mais valorizado.

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