Copa Davis, o “patinho feio” dos grandes tenistas

Em momento que o esporte é mais negócio que entretenimento ou disputa, acontece no tênis o mesmo que no basquete norte-americano ou com os técnicos dos grandes times europeus de futebol. Servir a qualquer seleção não é atrativo em se considerando as generosas agendas regulares. Longe se vai o tempo em que o sonho comum de qualquer criança era o de servir à seleção de seu país ou à delegação olímpica deste. Para se ter uma ideia, o sérvio Novak Djokovic  foi o único “top 10” a figurar na edição 2017. Isto porque fora eliminado do “Australian Open” e assim teve “tempo” para a pátria. A argentina, de Juan Manoel Del Potro não contou com o astro diante da Itália pois este preferira usar o tempo para se recuperar fisicamente até o fim de fevereiro.

No Brasil é um pouco diferente. Ainda há uma apelação nas nossas incessantes tentativas de nos mantermos na elite da “Davis”. Agora a batalha será em setembro no Japão, após passagem sem maiores problemas pelo Equador também fora de casa. A equipe de Thomaz Bellucci e Thiago Monteiro fizeram cinco a zero.

Austrália, França e Bélgica se deram bem no grupo Mundial, juntamente com a Sérvia de “Djoko” (número 2 do mundo) espera contar com ele nas semifinais. Ele seria excessão, pois garante que estará nos confrontos com a França. Diz ser uma prioridade a Copa sempre.  No caso, entraria em quadra menos de uma semana após o encerramento do “US Open”- “mesmo se vencê-lo”, garante.

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Paulo César Borges
Paulo Cesar Borges é jornalista graduado em Uberlândia, tendo atuado por 24 anos em emissoras de rádio, tv e em um jornal da região. Realizou coberturas jornalísticas em três países. Sua atuação anterior foi o retorno à rádio Educadora, por onde atuou nos anos 1990. Foi exatamente em 1990 que iniciou em 04 de janeiro sua trajetória na imprensa através do rádio. Passou várias vezes pelo prefixo 580 Khz (hoje Rádio América) e por nove anos defendeu as cores da Rádio Cultura AM.

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