Bolas na trave, a coluna!

Ninguém me perguntou, e mesmo sabendo disso não estou nem ai!  Sou brasileiro e exijo meu direito, quase que automático, de interferir no assunto. Ainda mais se tratando de futebol, onde todos nós aqui da terrinha somos, além de entendedores e ex-jogadores, verdadeiros técnicos em atividade.

Mesmo sem ser chamado, é quase obrigação em rodinha de futebol o cidadão brasileiro dar seu pitaco. Tá no sangue. E todo mundo que jogou na rua, na escola e no clube acha que era um craque em potencial e merecia ser profissional do futebol. Mas as conspirações dos céus, junto aos Deuses do futebol, quiseram que abandonássemos os gramados para ir para a lavoura capinar.

Sempre digo que, assim como no esporte, quaisquer profissões ou atividades que precisam de aptidão, talento e dedicação, sempre haverá verdadeiros gênios que nunca foram apresentados a seus dons. E eu, por exemplo, poderia ser o melhor jogador de beisebol da história, mas nunca serei apresentado a um taco. Ou quem sabe o melhor esquiador da atualidade. Mas Neve só conheço o papel higiênico e olha lá – com essa crise tem gente lá embaixo que anda só lendo jornal velho, mesmo sendo analfabeto.

Vou parar de enrolar, vamos ao que interessa. Aliás, onde eu estava mesmo?

Lembrei! ia falar sobre meu primeiro texto no Manchete Esportiva. Vamos lá: Espero passar bons momentos aqui, onde com minha visão que quase só a mim interessa, darei opinião opinativa e operante do que acontecerá no mundo esportivo regional, nacional, mundial e, conforme for, até fora desse planeta também. Como o campeonato Miss Universo, por exemplo, que pra mim é um esporte.

Mas piadinhas velhas à parte, esporte desigual né? O planeta Terra no Miss Universo é igual o Real Madrid, só dá ele!

Bom, sou Clayton Mota e serei o “escrevedor” da coluna “Bolas na Trave”. Um espaço semanal que terá um olhar mais abrangente e clínico (ou cínico) sobre esporte, e espero que estejamos juntos. E vamo que vamo!

Um abraço (meio de longe) e até a próxima terça-feira.

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Clayton Mota
Galã, roteirista de humor e idealizador do Piadorama. Não entende bulhufas de esporte, mas tem coluna por ter parente poderoso na política.

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