Sorteio das chaves do judô agrada treinadores

Por Rio2016

Os técnicos brasileiros estão satisfeitos com o sorteio das chaves do judô para os Jogos Rio 2016. Mas isso não significa que os atletas terão moleza. Sarah Menezes, campeã Olímpica da categoria -48 kg em Londres 2012, ficou de bye na primeira rodada. Ela espera a vencedora do confronto entre a belga Charline van Snik, que a derrotou no Mundial do ano passado, e a romena Monica Ungureanu.

A técnica da equipe feminina do Brasil, Rosicléa Campos, aprovou o confronto. “Treinamos bastante com a belga recentemente lá na Espanha”, relembra. Se a rival for a romena, a situação muda. “Ela é bem alta, com maior envergadura, então pegamos algumas atletas com essa característica para treinar com ela”.

Maria Suelen também terá um enorme desafio, pois pode pegar a atual campeã Olímpica da categoria +78kg, Idalys Ortiz, nas quartas de final. Mayra Aguiar, bronze em Londres 2012, e Erika Miranda caíram em boas chaves, na visão de Rosicléia.

O técnico da equipe masculina, Luiz Shinohara, também ficou satisfeito com os confrontos da chave masculina. Porém, os atletas que podem enfrentar japoneses no começo da jornada, como Rafael Buzacarini, da categoria -100kg, e Victor Penalber, da categoria -81 kg, podem ter um percurso mais difícil.

Rafael Silva, também terá seus desafios. O astro do judô mundial, o francês Teddy Riner, está do seu lado da chave, e eles podem se encontrar nas quartas de final. “Mas está todo mundo bem preparado. Acho que foi a melhor preparação que já fizemos”, disse o treinador.

Os japoneses, assim como os brasileiros, também garantiram que seus atletas estão bem preparados. No feminino, a atleta com combate mais difícil na primeira rodada é Ami Kondo, da categoria -48kg, que pega a vencedora do confronto entre a mexicana Edna Carrillo e a turka Dilara Lokmanhekim. No masculino, Mashu Baker, que pega o alemão Marc Odenthal, terá o caminho mais difícil.

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Eder Lúcio
Eder Lucio é jornalista formado no Centro Universitário do Triângulo (Unitri) e tem especialização em Jornalismo Esportivo. Trabalhou por oito anos como repórter do Jornal Correio de Uberlândia, no qual participou de coberturas jornalisticas na região e por todo o Brasil.

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